sábado, outubro 14, 2006

Bonecagens

O Mão Molenga Teatro de Bonecos de Recife (PE), responsável por dar vida aos 800 personagens da série 500 Anos (da qual também participei e que atualmente está na grade da TV Ra Tim Bum), esteve em Salvador no Projeto Palco Giratório do SESC. Apresentaram dois espetáculos: "A cartola encantada" e "Babau". O sucesso foi grande e eles voltarão por aqui logo logo. Na foto abaixo, Carla, Fábio, Tommy (visitante frequente do Liperama, ela trabalhou como continuísta na série e está na foto como amiga e fã do grupo), Marcondes e Fátima






































Na foto acima, a imensa 'tenda' de "Babau" no palco do Teatro do SESC-SENAI Pelourinho. No proscênio, da esquerda para a direita, os bonequeiros Fábio Caio, Carla Denise, Andreza Alves, Fátima Caio e Marcondes Lima



17 comentários:

Leonardo disse...

Núúúúú... que ducaralho o palco! Deve ser um espetáculo e tanto!!!

Mariana disse...

Conheci Fabio Caio em Olinda, na casa de um amigo. Puxa, como ele é bom! Até hoje fico triste de não ter podido assistir à peça. Foi logo que ela saiu de cartaz...

Beijo!

poemusicas disse...

Caro Felipe,

Sempre visito o teu blogger. Quando soube que você trabalha com Teatro eu me entusiamei em ver o que continha nele. Sinceramente gostei. E acrescento, gosto muito dos teus comentários. Tu és muito próximo do blogger Gênero Cinematográfico.
O tal spammers a que tu te referisties sou eu. Tudo porque, honestamente, desprovido de qualqer má intensão, andei mandando umas poesias para a dona do blooger. Daí, por não cnhecê-la me atrevi a falar mais fundo, nada que comprometesse a honra ou a dignidade dela, e tuo de forma ingênua e desinformado.O resultado: ela não gostou, me julgou prepotente, intrometido, o que me deixou extramente encabulado, e sem jeito de lidar com a o fato.
Agora, fis outros comentários, pedindo desculpas,e não sei no que vai dar. Certo, no entanto, é que não quero perder a amizade de ninguém neste planeta. Todos, os que me conhecem, e quem ainda não, de todos gosto e por todos rogo por paz, serenidade, vida digna, felicidade, acima de tudo.
Eu por algum tempo trabalhei com Teatro, fazendo trilhas sonoras. Umas quatro produções locais eu deve ter sido o produtor musical.
Queria apenas de certificar dos meus interesses maiores que são: viver, fazer amigos, ter meu corção sossegado e meu quintal ocupado apenas com minhas rosas.
Naeno, um cara que gosta de ti.
não tenha dúvidas.

Felipe disse...

E foi, Leo! Em "Babau" eles usam de modo muito pertinente metalinguagem com bonecos (bonecos representando bonequeiros). Na peça contam o que aconteceu com a maioria dos mamulengueiros pernambucanos, as belezas (a criação, a brincadeira com os bonecos) e tristezas (a falta de recursos que os leva a se desfazerem dos bonecos que constróem) de suas vidas. É muito bonito.

Felipe disse...

Fabinho é muito dez. Aliás, todos do grupo são, cada um com seu jeito e sua luz - e isto não é confete. Tenho o maior carinho e respeito por cada um deles.

Fica ligada, pois acho que eles vão se apresentar por aí novamente, talvez no Janeiro de Grandes Espetáculos.

Beijo

Felipe disse...

Naeno, amigo,
que confusão, hem?
Pois o spammer de quem eu falava não era você, mas esses caras que falam grosserias mesmo, que mandam propagandas.
Não havia notado que a Cynthia tinha se chateado com você.
De qualquer modo, relaxa, o principal já está feito, que é você esclarecer esses pequenos incômodos. Está tudo bem.
Abraço fraterno

Leonardo disse...

Sei não, mas está rolando uma hipocrisia light por aqui... tomara que morra logo!

[]s

Leonardo disse...

Felipe,

Dessas coisas boas do Brasil eu sinto falta. Adoraria ver a peça e saber da arte dos bonecos pela arte dos bonecos...

[]s

Felipe disse...

Hipocrisia light? Ih, Leo, desta vez quem voou fui eu. Ao que estás te referindo?
[]ão

Felipe disse...

Ah, Leo, pois quando vocês vierem ao Brasil e passarem lá no Recife, terei o maior prazer de levá-los à sede do Mão Molenga para ouvir as histórias do pessoal.

Sabes, vendo você falar do Brasil com esse olhar distanciado, me dou conta de que eu nunca tinha me visto ponderando a hipótese de deixar minha terra e adotar outra. Essa estada em Salvador mudou meu ponto de vista. E olha que estou a apenas 850 km de Recife. Hoje entendo melhor quem parte daqui e não quer mais voltar, mesmo abandonando tantas coisas bonitas. É que, olhando de longe, a gente acha ainda mais absurdo que as coisa feias ainda ganhem tanto espaço na realidade do lugar onde a gente nasceu - e fica sem saber o que fazer para ajudar, a não ser seguir procurando espaços que sintonizem com aquilo que a gente acredita e ficar atento para as possibilidades de que as coisas fluam e se transformem e no seu devido tempo.

[]ão

Aleksandra Pereira disse...

Meu querido, eu A-DO-RA-VA assistir ao Brasil 500 Anos, queria ter assisito algo assim quando era menor. Nas escolas onde estudei o incentivo histórico sempre foi maior na História Geral, ensinando mais sobre a cultura e origem de outros povos do que nossa própria formação. Me encantava acompanhar, e foi onde pela primeira vez vi o Gustavo Falcão, ator que passei a admirar (além de ser irmão da Karina, uma flor).

Ótimo saber que fazia parte desse universo tão encantador. Beijo grande.

Leonardo disse...

Felipe,

Respondi o lance da hipocrisia em PVT para não gerar barulho desnecessário aqui no Liperama.

Quanto ao estar longe do Brasil, passa por aí sim. Acho que você deveria se afastar um pouco mais, talvez passar um ano na Europa ou aqui no Canadá. Garanto que sua perspectiva irá mudar exponencialmente.

[]s

paty disse...

Adoro teatro Lipe.Pena que os espetáculos custam caro pra nós povo de classe social menos favorecida, e com isso não dá pra ficar sempre indo assistir.Embora eu saiba que pra vcs, acaba sendo um preço ingrato.Ou seja, caro para o público e barato para os atores e tals.
Caracas, acho que me enrolei, rsrsrrs ..entendeste algo?rs
É que me sou burrinha.Bjos grandes

Felipe disse...

Que massa que você assistiu a série, Alexsandra! Sei bem como é essa inveja boa dos recursos didáticos que as crianças de hoje têm. Acho que teve muito isso na série, da equipe querer oferecer para o público aquilo que gostariam de ter tido quando crianças.
O Gustavo é realmente uma grande figura. Profissional seríssimo, competente, ser humano muito legal. Conheci pouco a Karina, mas deu pra sentir a energia boa que ela tem.
Beijo pra ti

Felipe disse...

Ok, Leo. Vou aguardar.

Sobre o lance do distanciamento, quem sabe num doutorado?
[]ão

Felipe disse...

Deu para entender bem, sim, Paty. É verdade isso que você coloca. Teatro é mesmo uma arte para todos, mas, apesar disso, há um longo caminho antes dela chegar a todas as pessoas e esse caminho é cheio de obstáculos. A falta de recursos ou de criatividade são alguns deles.
Felizmente aos poucos o poder público vem disponibilizando o acesso a espetáculos com ingressos a baixo custo ou mesmo gratuitos, de modo que qualquer pessoa que possa assistir. Mas aí é preciso ficar ligado, atento, pois a divulgação dessas apresentações não é muito boa.
Beijão pra ti

Tommy disse...

Felipe, Homem de Deus!!! Eu tô nessa foto de entrosada!!! Quer me matar do coração? hahaha

Mas, não posso de deixar de dizer que foi uma honra fazer parte da grande equipe dos 500 Anos. Fico mui feliz, porque da beleza e do objetivo do programa aos dias de hoje, ficou a competência, o respeito e a amizade entre os profissonais. Muito legal!!!

Beijos, querido!
Tommy