quinta-feira, dezembro 14, 2006

Ida



















O sol que se vai é força de expressão. Em relação à nós, parece que ele gira, mas quem gira é a Terra. Em relação ao sistema solar, o sol não sai do lugar. Em relação ao universo, só Deus, que vê as coisas de longe, sabe o que esse sol apronta por aí.

11 comentários:

Ana disse...

Entre outras coisas, gosta de posar para o Lipe, todo lindo, colorindo o céu!

Aleksandra Pereira disse...

é exibido mesmo, Ana, e lindo.

Lipe, pensando no sol e associando com o que disseste num post aí embaixo sobre yin e yang, viajei na história do sol, da lua, essa troca de posições e exibições no céu e o equilíbrio de tudo isso, do quanto são necessários prá nós.

Liperama, mais do que um encontro de amigos, está se tornando um espaço filosófico!

Lê os livros do Jostein Gaarder? Me sinto mais Coringa do que nunca.

Beijo.

TARCIO VIU ASSIM disse...

Ver o por-do-sol, seja de onde for, é dos melhores espetáculos que se pode assistir, diariamente, gratuitamente.
-
Bjo, conterrâneo. [Vixe que eu gostei daquele palavreado todo pra mim. GUERREIRO?! REINO ENCANTADO?! Agora quem está se sentindo o próprio Rei-Sol sou eu!]

bia disse...

Deus também apronta, Felipe. Tem aquela pose toda, mas como nunca nasceu nem nunca vai acabar, também nunca cresceu.
O homem é o brinquedo de Deus.

Leonardo disse...

Sócio, bem que eu queria tirar uma foto do pôr-do-sol daqui, mas toda vez que me lembro de olhar lá fora, já passou das 4:30 e a noite já invadiu... :-/

Alê, gostei da fotinha nova... queria poder ampliar.

Aleksandra Pereira disse...

ué, Leo, dá não?

beijo

Felipe disse...

Ahahahah!
Que nada, Aninha! O cara é tímido! Eu tenho que pegar ele de surpresa, quando ele está se preparando pra dormir. Aí é mais fácil ele se soltar - nem sempre, tem dias que ele pressente os curiosos e faz aquela despedida chocha - pensando que está todo mundo cuidando de ir pra casa depois do trabalho!

Felipe disse...

Não li o Jostein Gaarder, Alê, mas tenho muita curiosidade acerca das obras dele.

A gente anda filosofando um bocado, mesmo. Acho que a mitologia que sempre existiu anda fazendo pressão para retomar o lugar dela no nosso cotidiano, sem ser tão relegada a um segundo plano, como uma fantasia sem efeito nas nossas vidas. Sol, lua, natureza, não dá mais para a gente achar que está desvinculado deles.

Beijo

Felipe disse...

E é pra se sentir mesmo, Tárcio!
Na minha cabeça, cada um de nós é rei de seu reino. E o teu reino é de muito sol!

Nunca fui a Tuparetama, mas já vi o por-do-sol nos sertões de Triunfo e de Paulo Afonso e sei o quanto eles são belos. Aliás, não estou dizendo nenhuma novidade. :D

Bjo do conterrâneo!

Felipe disse...

Ui, Bia!
Entraste fundo no lance.
Da minha parte só acrescentaria que: Deus brinca NO homem e não COM ele.
Beijão

Felipe disse...

Idéia ótima!

Faz uma forcinha, sócio!
Acho que não sou só eu que fica curioso para saber como é o por de sol canadense.
Imagino que seja diferente, mas não sei como seria essa diferença...

Também achei massa a nova foto da Alê. Mas ando tão aleruado que nem disse a ela. To dizendo agora.

Abração