terça-feira, dezembro 19, 2006

Riscos



















O maior risco de se divertir criando riscos aleatórios de luz é a gente perceber que não é necessário entender algo para se gostar daquilo. Brinca-se e isso já é bom o bastante.

15 comentários:

Leonardo disse...

:)

Felipe disse...

:D

Vivien disse...

Felipe, vc está em um período muito inspirado. Adorei!

cidinha disse...

Brincar!!!Quantas pessoas andam esquecidas desse prazer?Que pena, não sabem o quanto estão perdendo.

Adorei os riscos de gostar sem precisar entender, além da foto, claro.

Lipe, Feliz Natal, com muita paz e harmonia na tua vida.
beijo carinhoso

Conceição Bernardino disse...

Não sou muito boa comentadora mas uma grande apreciadora de artes...
Aqui pode-se vê-la
Parabéns
Beijinhos
Conceição Bernardino

Meus blogs http://amanhecer-poesia.blogspot.com

http://sentidos-visuais.blogspot.com

Bruno Ribeiro disse...

Felipe, tem CD sim. Dá pra comprar e ter mais informações clicando aqui ó: http://www.mpbnet.com.br/canto.brasileiro/tais.henrique/index.html

A Taïs é uma graça e canta muito.

Abração!

Bruno Ribeiro disse...

Acho que foi pela metade o link. Agora vai. Copia e cola:

www.mpbnet.com.br/canto.brasileiro/tais.henrique/index.html

Ana disse...

Concordo!
Cada vez mais me dou conta que não precisamos rotular, entender, classificar...
"Sentir" é o que importa, de verdade!
E correr riscos também pode ser divertido!! Ou não!! Heheheheh!
Beijos, Lipe!
Tem sido tão bom brincar de blogar!!

Felipe disse...

To me censurando menos, Vi. Juntando isso com a correria...
Beijoa

Felipe disse...

Falou, Cidinha!
Te desejo um Natal lindo pra ti tb e um Ano Novo novo de tudo de bom.
Beijo grande

Felipe disse...

Obrigado pela visita e pelo comentário, Conceição.
Vou aparecer no seu blog logo logo.
Beijo pra ti

Felipe disse...

Beleza, Bruno!
Já fui lá e já coloquei nos Favoritos para encomendar o CD.
Abção

Felipe disse...

É bom mesmo, Aninha.
E sabe o que tenho notado? É que na hora em que a gente está no teclado, tem uma estranha mistura de liberdade (a gente está quase sempre só com a gente mesmo e livre para pensar e escolher escrever o que quiser ali na telinha) e de foco, afinal o texto destina-se a alguém. Brincar assim é como um jogo, a gente tem um espaço para se divertir mas também tem as regras que nos desafiam, o que vai resultar numa forma que vai surpreender sobretudo a nós mesmos. Deliro com isso. Principalmente porque me vejo aprendendo muito e em muitos níveis, aprendo comigo, contigo, com os outros amigos, com as respostas, com o exame de coisas que eu mesmo disse em outro dia mas que já não correspondem mais ao que eu diria agora (ou que dizem coisas que me surpreendem, do tipo "fui eu mesmo quem escreveu isso?"), enfim, é muito bacana, mágico até, eu diria, de tão incrível e cheio de possibilidades que é essa experiência "blogal".
Beijo grande

bia disse...

Felipe, te mandei o link pra baixar o Grande Sertão, você recebeu?
Só que estou tentando desde ontem e não consigo abrir nem baixar o arquivo.

Ah, sim, adorei a idéia de brincar sem entender, acho até que quanto menos se entende, mais divertido fica.
bj

Felipe disse...

Acabei de olhar, Bia.
Está como disseste, como se não estivesse disponível.

No mais, sigamos brincando - certos de que mesmo assim continuamos atentos e aprendendo, mais até do que tentando inutilmente exercer um poder estressante sobre o que acontece.

Bjão