quinta-feira, novembro 09, 2006

Quase



















Quase não deu para fazer o post de hoje. São seis e trinta e cinco, a noite já chegou e ainda tem um montão de coisas para colocar em dia no micro (ele esteve na revisão e fez uma falta...). Que coisa, a dependência que se criou em torno dessa maquininha, hem? Ainda me lembro do dia em que ganhei minha primeira máquina de escrever elétrica achando que estava diante de uma extraordinária evolução. Bom, não deixou de ser. O caso é que a evolução continuou. E não vai parar por aqui.

12 comentários:

Leonardo disse...

pois eu queria (mas sei que não vou) viver prá ver o corpo humano sendo tomado apenas como mídia e ser invadido pela nano-tecnologia, ou melhor ainda, pela quantum-tecnologia!!! :D

Felipe disse...

Quem sabe, né, Léo? As mudanças acontecem tão rapidamente. Tu imaginavas uma internet? Mandar filmes por telefone? Filmes completos em DVD? Em 1975 vi pela primeira vez um jogo eletrônico de ping pong, duas barras brancas chapadas deslizando sobre um fundo preto e uma bola quadrada indo diagonalmente de um lado para o outro. Hoje, trinta e um anos depois, a evolução digital nos dá filmes de cinema onde temos dificuldade de distinguir o que é real e o que não é.
Talvez amanhã sejamos surpreendidos por uma nova tecnologia que mude mais uma vez o mundo como o conhecemos.
[]ão

Raimundo Pajeu disse...

Então, Felipe, matuto como sou, vivo me assustando, abestalhado de admiração com as tecnologias que surgem e chegam até nós tão ligeiro, e (talvez) mais nos cativam que nos libertam... como essa maquininha. Mas é com essa maquininha, daqui dos "grotões" (palavrinha meio pejorativa que a imprensa e inteligência metropolitana usou com prazer e abuso nessas recentes coberturas eleitorais)que eu posso acessar o mundo. E não é pouca coisa não.
Bjos do visitante sertanejo.

paty disse...

Ainda bem que seu micro chegou né Lipe.rsrrrs, tmb sou dependente desta maquininha,rsrsrrs.Viva a evolução!!!Bjos

Felipe disse...

Falou bem, Raimundo.
E o que assusta é justamente a rapidez com que tudo vem acontecendo. É algo quase impositivo, a gente embarca na onda e nem tem tempo de questionar. Tomara que a gente tenha condições de usar essa tecnologia sempre em benefício da felicidade das pessoas. De cara, só o fato do mundo ficar pequenininho a ponto dos grotões se encontrarem porta com porta com quaisquer dessas selvas selvagens de concreto, e tanta gente poder se encontrar e trocar idéias e imagens através de uma tela de micro, ah, isso é tão incrível que parece magia.
Bjo pra ti

Felipe disse...

Chegou, sim! Viva a evolução, Paty!
Beijão

Mariana disse...

Vicia escrever e vicia ler, menino...

;.)

Que bom saber que você existe e pode trocar conosco.

Beijo.

Leonardo disse...

Pois é Felipe, prá dizer a verdade imaginava sim. Hehehe... estou plugado na internet desde antes de existir web (só newsgroup e e-mail)! Desde antes de ter internet no Brasil!!! Ah... e aquele joguinho era o Pong. :) Vc já usou caneta Bic para achar o ponto de "boot" numa fita cassete??? hehehehe

Bem, mudando de assunto... tem um recado prá vc no Indizível.

Beijinho nas crianças,

Aleksandra Pereira disse...

Minha máquina também me dá cada susto... Tô na base do backup do backup do backup para não perder nada, ou pelo menos, salvar arquivos perto da última alteração.

Gosto muito de internet e computadores, mas os únicos textos que não rascunho e rabisco antes de publicar são os comentários e as frases de autores que aprecio. Realmente preciso do papel (pode falar, sou idade média mesmo! - média, pois puxar mais ainda para o passado, denunciará minha verdadeira idade)

Felipe disse...

Valeu, Mari. Tu és muito linda.
E, sim, até que tem uns 'vícios' legais. ;D

Felipe disse...

Quando nasci não tinha internet e nem mesmo PCs, Léo. Computador para mim era coisa que eu via nos gibis, por isso não me parecia algo que chegaria logo dentro da casa das pessoas. Eu realmente nunca imaginei que tudo aconteceria tão rápido.
Caneta BIC pra marcar boot? Pois é. Meu chefe contava umas histórias de que colava as fitas de videotape da TV Tupi do Recife com fitas durex. E isso não era improviso. Era como se fazia no começo dos anos 60.
Ah, fui lá e vi o recado. Bipartisanship, hem...? Relaxa. Vai ver que isso não se traduz porque talvez nem exista por aqui... :)

Felipe disse...

A gente não pode mesmo dar bobeira, Alê. Tem que estar salvando sempre para não acontecer de perder TUDO o que foi feito (já perdi 1 mes de trabalho numa animação porque o PC da produtora era importado e na época não tivemos grana para comprar o gravador de CD-ROM compatível com ele - fiquei só com a gravação em vídeo).

E quanto ao uso do papel, acho massa. Custa nada ficar com ele dando um apoio do lado. Também faço isso. Procuro não me esquecer de que computadores também têm limites.